Como manter o propósito quando o objectivo principal passou a ser a sobrevivência?

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Convém não esquecer que, nesta crise, as necessidades dos stakeholders tornam-se ainda mais prementes e que a oportunidade de as empresas deixarem uma marca indelével assente no apoio humano, na empatia e no propósito é maior do que alguma vez foi

Francisco, o Papa que não nos deixa sozinhos

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“O drama que estamos a atravessar impele-nos a levar a sério o que é sério, a não nos perdermos em coisas de pouco valor; a redescobrir que a vida não serve, se não é para servir. Porque a vida mede-se pelo amor”

Clayton Christensen: como irão avaliar a vossa vida?

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“Aplico as ferramentas da econometria algumas vezes por ano, mas aplico o conhecimento do meu propósito de vida todos os dias. Foi a coisa mais útil que jamais aprendi”

Laços de gratidão

O acto de se expressar gratidão torna-nos vulneráveis e autênticos, criando uma afinidade humana poderosa entre quem dá e quem recebe

Tempo(s) de Humanização

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Num tempo em que tanto se fala de desumanização, se queremos contribuir verdadeiramente para humanizar os nossos hospitais, empresas, organizações ou quaisquer tipos de...

Giving Tuesday: Portugal adere a movimento global de generosidade

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Sabemos que um apelo para uma causa, feito por de pessoas ou entidades que conhecemos e respeitamos, tem uma melhor resposta, e é esse o papel reservado a cada um: apoiar a causa que o toca para inspirar a sua comunidade a agir

Por que razão trabalhamos tanto?

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Se o trabalho constituiu, e durante um longo período, um meio para atingir um fim – ou seja, trabalhávamos para ganhar dinheiro suficiente para prover as nossas necessidades – e a “vida” era o que acontecia fora dele, na actualidade o trabalho é mais um fim e, mais importante, a própria vida

O início da morte do primado do accionista? (I)

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O Business Roundtable, lobby empresarial que integra 181 CEOs das maiores empresas dos Estados Unidos, oficializou uma nova Declaração sobre o Propósito da Empresa, na qual se compromete em beneficiar todos os stakeholders e a não colocar os interesses dos accionistas em primeiro lugar.

Porque trabalhar não tem de ser uma tortura

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É possível perseguir a felicidade no local de trabalho colocando o enfoque nos nossos sentimentos, comportamentos e hábitos mentais quotidianos, os quais fazem toda a diferença nos 50 por cento do tempo em que estamos acordados e o passamos a trabalhar

A escola da paz

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O projecto educativo global Scholas “continua a plantar a oliveira e a semear os valores da cultura e do encontro”

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Vacinas: o monopólio que pode matar ou o lucro antes das...

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“Mesmo que se possa obter algum ganho com o reforço das doses da vacina, este não superará os benefícios da protecção dos não vacinados”

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