Uma economia onde apenas 16% das organizações pagam a horas está “gravemente doente”

“Como podemos motivar um líder a pagar no prazo acordado?”

Atrasos nos pagamentos, pandemia e os novos riscos

“Os setores mais expostos aos impactos da pandemia são os que estão a aumentar mais significativamente os dias de atraso nos pagamentos aos seus fornecedores”

Crise pandémica reforça urgência de pagamento a horas

É essencial, especialmente em situações de crise, reafirmar que pagar a horas é um instrumento central para ajudar a manter a liquidez das empresas e, desta forma, garantir a sua sobrevivência

Só 3% das grandes empresas pagam a horas

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Pagar a horas podia ser uma espécie de bazuca europeia de efeitos constantes na liquidez das empresas portuguesas. Mas o Estado continua a reter...

Desafio ao novo Governo e aos Líderes empresariais

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Portugal continua a ser um país com uma realidade de prazos e práticas de pagamento muito negativas quer ao nível do Estado quer ao nível das empresas

Quando o Estado não dá o exemplo

Diminuir os prazos de pagamento e os pa­gamentos em atraso por parte do setor público pode promover a ati­vidade económica sem conse­quências orçamentais e deve ser visto como um objetivo prioritá­rio

Os ciclos políticos de governação e os pagamentos pontuais

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Ao nível do Estado verifica-se que a significativa redução dos prazos de pagamento implementada no ciclo político que terminou no 4º trimestre de 2015 se manteve durante a legislatura que agora terminou

Douro, há muito tempo para sempre

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Chamar artéria ao Douro nem sequer será justo, pois que o rio, com os tributários que tanto nos trazem, é mais o coração do norte de Portugal do que outra coisa qualquer

Leituras à sombra

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