Energias “público-privadas”

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2,5 mil milhões de pessoas em todo o mundo podem beneficiar de energias limpas e renováveis através de parcerias entre governos e o sector...

Que ameaças pairam sobre o nosso mundo?

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O relatório “Global Risks 2013”, publicado esta semana pelo Fórum Económico Mundial, pinta o Planeta Terra em tons carregados. O aumento das desigualdades na...

Sim, a culpa continua a ser nossa!

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“É significativamente provável que a influência humana tem sido a causa predominante do aquecimento global registado desde meados do século XX”. A declaração...

Sem metas mais ambiciosas termómetros vão disparar no futuro

É urgente definir metas climáticas mais ambiciosas para garantir que o aumento da temperatura global se mantém abaixo dos 2ºC no futuro, alertam as...

Chuva de custos ou de lucros?

Com um desenho adequado, os mesmos projectos de desenvolvimento que contribuem para melhorar a vida das comunidades, salvar vidas e aumentar o PIB podem,...

1,5ºC – um mundo de diferença

A análise do impacte dos 1,5ºC é uma resposta a um imperativo ético internacional: um cenário de 2ºC de aumento da temperatura média global...

“Eppur si muove”: porque as Cassandras do Clima estão (provavelmente) erradas

“O movimento iniciado em Paris e a tomada de consciência do imperativo da neutralidade carbónica estão vivos e de boa saúde, mesmo se o processo negocial internacional sob a égide das Nações Unidas apresenta sinais de cansaço”

“É em 2015 que o mundo muda”

Se os países ricos “têm uma responsabilidade histórica, as economias emergentes têm uma responsabilidade presente e futura”. É com esta convicção que se pode...

Uma África mais justa na agenda

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O Fórum Mundial Social, que se realizou em Dakar, na passada semana (e poucas depois de Davos), constituiu um espaço de diálogo plural pela...

Clima a contra-relógio

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Colocar os países sob o mesmo regime legal e reforçar o compromisso de cada um, com níveis de esforço diferenciados, para controlar a emissão...

“Fadiga pandémica” está a contagiar europeus

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Estima-se que, pelo menos na Europa, cerca de metade da população esteja a padecer de "cansaço pandémico", o que se traduz igualmente na procura de menos informação sobre o vírus, menor preocupação com os riscos e menos disponibilidade para atentar aos comportamentos recomendados

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