Por que razão trabalhamos tanto?

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Se o trabalho constituiu, e durante um longo período, um meio para atingir um fim – ou seja, trabalhávamos para ganhar dinheiro suficiente para prover as nossas necessidades – e a “vida” era o que acontecia fora dele, na actualidade o trabalho é mais um fim e, mais importante, a própria vida

Internet faz 50 anos. Como será o próximo meio século?

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Muitos especialistas encaram o futuro da Internet com optimismo. Mas tal só será possível se forem feitas reformas que permitam uma melhor cooperação, segurança, direitos fundamentais e justiça económica

Portugal é 5º classificado entre países “amigos” das famílias

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O relatório da UNICEF que avalia várias políticas de apoio à conciliação entre vida familiar e profissional coloca Portugal em 5º lugar, em 41 países analisados, à frente da França, da Alemanha ou da Dinamarca

Vida digital: o direito de esquecer e de ser esquecido

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No mundo digital em que vivemos, tudo é minuciosamente documentado, etiquetado, partilhado e qualquer coisa, a qualquer momento, pode emergir no presente, mesmo que, e supostamente, devesse ter ficado no passado.

Férias, sem culpa

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Sentimentos de culpa e incapacidade de “desligar” são crescentemente comuns entre os trabalhadores que vão de férias

Como as tecnologias alteram as nossas emoções

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“A tecnologia, por si só, não determina os sentimentos, mas a cultura alargada, da qual a mesma faz parte, decerto que os molda”, afirmam os autores de Bored, Lonely, Angry, Stupid

Empatia: faz o bem e faz-nos bem, mesmo nas empresas

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Os neurocientistas afirmam que a empatia é como um músculo: se não for exercitado, atrofia, se for trabalhado, cresce

É muito mais cómodo não discutir questões de ética e de...

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Michael J. Sandel, professor de Filosofia em Harvard, esteve em Lisboa para falar sobre o divórcio existente entre ética e valores e a política

Burnout: o “fenómeno ocupacional” que assombra empregados e empresas

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A OMS passará a incluir o burnout na sua Classificação Internacional de Doenças, mas define-o como “fenómeno ocupacional”

Tempo: o nosso recurso mais valioso e mais escasso

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O economista e académico Daniel Hamermesh analisa o que é que fazemos com o nosso tempo e porquê

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“A estratégia é particularmente necessária em tempos de mudança”

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São demasiadas as organizações que investem tempo, energia e dinheiro na rigorosa definição da estratégia, mas falham depois na sua implementação efectiva no terreno e não obtêm os resultados desejados