Os poucos super-ricos para os muitos super-pobres

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Os governos têm de dar passos no sentido de reduzirem radicalmente o fosso existente entre os ricos e o resto da sociedade, dando prioridade ao bem-estar de todos os cidadãos em detrimento do crescimento insustentável e do lucro, para evitar um mundo que serve apenas para uns poucos privilegiados e que remete largos milhões para a pobreza

Fjord Trends: como as empresas – e as pessoas – estão...

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À medida que os valores societais e a pressão das pessoas estão a forçar as empresas a repensar o seu foco no que respeita a uma definição restrita do crescimento, o capitalismo parece estar a mergulhar numa crise de meia-idade

Resoluções de início de ano: por que é tão difícil mantê-las?

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As pessoas encaram geralmente as suas resoluções de ano novo como objectivos de curto prazo a serem atingidos e é por isso que, ao não as alcançarem rapidamente, acabam por se sentir desmotivadas e, na maioria das vezes, desistem.

Laços de gratidão

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O acto de se expressar gratidão torna-nos vulneráveis e autênticos, criando uma afinidade humana poderosa entre quem dá e quem recebe

Futuro das profissões: o que eles vão ser quando forem grandes

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“Os sistemas cada vez mais capazes irão provocar transformações no trabalho que se assemelharão ao impacto da industrialização nos ofícios tradicionais”

Por que razão trabalhamos tanto?

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Se o trabalho constituiu, e durante um longo período, um meio para atingir um fim – ou seja, trabalhávamos para ganhar dinheiro suficiente para prover as nossas necessidades – e a “vida” era o que acontecia fora dele, na actualidade o trabalho é mais um fim e, mais importante, a própria vida

Internet faz 50 anos. Como será o próximo meio século?

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Muitos especialistas encaram o futuro da Internet com optimismo. Mas tal só será possível se forem feitas reformas que permitam uma melhor cooperação, segurança, direitos fundamentais e justiça económica

Portugal é 5º classificado entre países “amigos” das famílias

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O relatório da UNICEF que avalia várias políticas de apoio à conciliação entre vida familiar e profissional coloca Portugal em 5º lugar, em 41 países analisados, à frente da França, da Alemanha ou da Dinamarca

Vida digital: o direito de esquecer e de ser esquecido

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No mundo digital em que vivemos, tudo é minuciosamente documentado, etiquetado, partilhado e qualquer coisa, a qualquer momento, pode emergir no presente, mesmo que, e supostamente, devesse ter ficado no passado.

Férias, sem culpa

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Sentimentos de culpa e incapacidade de “desligar” são crescentemente comuns entre os trabalhadores que vão de férias

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