A ação solidária como forma de progresso

“Os decisores públicos têm o dever moral de procurar as melhores soluções para servir a população, sendo que é evidente hoje em dia que é fundamental contar com o setor privado e o setor social, nomeadamente na área da saúde”

Naturalmente, meu caro Watson

E se passarmos a olhar para o território como um banco, as empresas como investidores e a sociedade como beneficiários?

Sinais de enlouquecimento coletivo

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“Lanço um alerta ao governo e às autoridades: nas circunstâncias atuais de stress e de deterioração da saúde mental, o negacionismo da pandemia vai seguramente aumentar e os riscos de desobediência civil são elevados”

O impacto da pandemia nas empresas e startups nacionais

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Com muito pouco tempo de avanço conseguimos fazer autênticos milagres na transformação das empresas à realidade da COVID-19 e do confinamento, mas agora falta o principal: conseguirmos preparar essas mesmas empresas para o pós-COVID-19 e para as novas realidades de mercado

Informação inovadora para tempos de crise

Em Portugal, os atrasos nos pagamentos não são um problema de agora, mas as suas consequências podem revelar-se especialmente graves perante uma situação em que um número muito significativo de empresas está a sofrer um impacto que põe em causa a sua operação e, no limite, a sua sobrevivência

Anti-fragilidade: resiliência 2.0

Assim como os materiais e pessoas frágeis enfraquecem ao serem sujeitos a uma elevada pressão, as pessoas anti-frágeis tornam-se mais fortes depois destes eventos. A anti-fragilidade foi cunhada como a “resiliência 2.0”

A visão que se pede aos Juristas 2020-2030

Fomos “impelidos” a uma transformação digital, que pairava no ar, mas que começa a ganhar contornos de um “dever de competência tecnológica”

Fratelli Tutti e a tempestade crescente

Aquilo que a encíclica quer dizer aos empresários é que coloquem a mão na consciência e vejam de que modo a sua atividade se relaciona com o estranho caído à beira da estrada

Na vida profissional, quem é o nosso “vizinho”?

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O que Francisco nos convida a fazer é olhar para a justiça a partir da perspetiva da dignidade daqueles que estão à beira da estrada e restaurar essa mesma dignidade com critérios de compaixão

Esquece a Morte e Segue-me

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Francisco interpela-nos a avançar sobre todos os dogmas: a propriedade privada para sempre, a posse, a abertura de fronteiras, o primado da economia e da gestão no ensino, a falta de ética e de moral, a falta de fraternidade e solidariedade com os outros que nos leva a dar, e quando muito, pão, sem cuidar da dignidade e da autoestima daqueles com quem nos relacionamos

Um novo confinamento. E agora?

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“Existe no mundo toda a capacidade necessária para superar mais este momento e, inclusive, para o tornar único e transformador. Mas serão a ética e o caráter que determinarão o sucesso desta nova jornada”

Rede Sociais

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