A salvação do planeta só lá vai com as empresas

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A atual crise pandémica demonstrou a fragilidade dos nossos sistemas económicos e sociais. Não há mais tempo a perder. É tempo de atuar.

“Uma boa maneira de lucrar é fazer do negócio uma forma...

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Quem o afirma é Miguel Pina e Cunha, a propósito de uma conferência promovida pela Nova SBE sobre criação de valor partilhado. Para o...

Será que 2021 pode (ainda) ser o “ano da transição”?

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Ainda existe esperança de que 2021 possa ser “o ano da transição”

É tempo de conferir ao lucro um valor holístico

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“Mais do que dinheiro”, carácter imaterial, “total rewards”, capitalismo de impacto, entre outras formas inovadoras de olhar para as dimensões do lucro, estiveram em...

Requalificar é palavra de ordem

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De acordo com a McKinsey Global, 44% dos respondentes estão convencidos de que as suas empresas irão enfrentar escassez de competências ao longo dos próximos cinco anos e 43% reportam a existência dessa mesma escassez já nos dias que correm

Líderes na era digital: o que muda e o que não...

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Quais as características que definem os melhores líderes no actual ambiente de negócios digital? Comandantes que estudam as batalhas de outrora com um olho...

“Não se pode lutar sozinho contra a corrupção”

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Esta foi a principal conclusão de um seminário, realizado na AESE, sobre corrupção e gestão danosa, e que juntou especialistas de várias áreas, desde...

“Da gestão de pessoas advêm os maiores desafios”

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Está a decorrer o GOS 2016, formação da AESE dedicada à gestão e capacidade de liderança das organizações sociais. Em entrevista, a directora do...

O que querem os trabalhadores?

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Apesar de os desejos dos trabalhadores variarem em particular no que respeita à geração a que pertencem, mais salário, maior flexibilidade e um trabalho desafiante são requisitos comuns a todos eles

Quão emocionalmente inteligente é a sua empresa?

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O domínio das competências de inteligência emocional torna-se cada vez mais crítico, particularmente para os que se encontram na linha da frente das empresas e que tomam decisões que podem ter um impacto sério na reputação da marca e na relação com os clientes

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“Humanocracia” pretende revolucionar o mundo da gestão

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“Numa burocracia, são as pessoas que são os instrumentos, são elas os ‘recursos’ que são empregues pela organização para criar produtos e serviços. Numa humanocracia, a relação é invertida: é a organização que é o instrumento”