Diz-me qual é o teu “fudge factor” dir-te-ei quem és

“Uma das formas mais eficazes de diminuir o risco de más práticas éticas nas organizações é diminuir o fudge factor”

Na EDP, empatia e tolerância serão as palavras-chave para o futuro...

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“A ideia é querermos sempre sensibilizar as nossas pessoas e as nossas equipas para a importância de cuidarem de si, de olharem para si, e isso é algo que deve permanecer no tempo, porque se as pessoas estiverem bem, vão dar também o seu melhor”

Um terço dos cidadãos europeus acredita que a corrupção está a...

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Em Portugal, 48% dos cidadãos inquiridos usaram ligações pessoais e/ou familiares para aceder a serviços públicos nos últimos 12 meses

Onde está a equidade?

Relato de uma reflexão do Fórum de Ética da Católica Porto Business School

Tempo(s) de sofrimento ético

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Falar da morte “que anda tão perto” para podermos desfrutar (mais e melhor) da vida, será, certamente, uma lição a colher, em tempo(s) de sofrimento ético.

Vacinação global: o bom, o mau e o (muito) feio

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“Os países de alto rendimento adoptaram uma abordagem semelhante à da ‘lei da selva’ quando se trata de garantir o fornecimento de possíveis vacinas contra o coronavírus”

A ética nas empresas em tempos de pandemia – resultados do...

Mais de metade (53%) das pessoas que responderam ao inquérito considera que teve mais desafios éticos durante o período de confinamento

Ética e pandemia: parece que nunca foi tão difícil fazer o...

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As consequências económicas da Covid-19 irão provavelmente criar uma tempestade perfeita para a má conduta, exacerbando os esquemas de fraude empresarial que ocorreram na última década e dando origem a outros (novos) actos de ausência de integridade

Economia de Francisco: que novo paradigma é este?

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O Papa pediu ao Professor Luigino Bruni para organizar este encontro, motivando-o a que colocasse os jovens no centro. Bruni e a sua equipa assim o fizeram convocando 25 jovens do mundo inteiro para serem os principais organizadores do encontro

Esquece a Morte e Segue-me

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Francisco interpela-nos a avançar sobre todos os dogmas: a propriedade privada para sempre, a posse, a abertura de fronteiras, o primado da economia e da gestão no ensino, a falta de ética e de moral, a falta de fraternidade e solidariedade com os outros que nos leva a dar, e quando muito, pão, sem cuidar da dignidade e da autoestima daqueles com quem nos relacionamos