Vacinar, distanciar, mascarar e desinfectar – quatro verbos para a quarta vaga

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“Agora que a pandemia se torna a agravar e que Lisboa volta a apresentar algarismos alarmantes, importa novamente – e este advérbio é desnecessário – dar todo o palco a quem dedica a vida às ciências trazidas a prestar contas”

Um ano depois, quem somos hoje e quem seremos amanhã?

Estamos a correr o risco de nos tornarmos “não-pessoas” numa sociedade que, crescentemente, parece estar a ficar “desumanizada”

2021: ano novo, vida nova?

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“Independentemente do vórtex mediático que se tem mantido desde o início desta pandemia, em investigação científica o futuro é sempre mais importante que o passado: não conta como tudo começa; verdadeiramente importante é como acaba”

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