SOBRE O PROGRAMA

Lançado em Novembro de 2011, o Programa AconteSer pretende ajudar a combater a falta de competitividade das micro, pequenas e médias empresas, através da partilha de boas práticas que potenciem a acção empresarial. Liderado pela ACEGE, em parceria com a CIP, IAPMEI, APIFARMA e, mais recentemente, com a CGD, o programa conta com o apoio do QREN-COMPETE – Fundo Europeu para o Desenvolvimento Regional, e tem como principal objectivo a promoção de lideranças socialmente responsáveis.

Dinamizado com o suporte de um kit que fomenta a adopção destas práticas de gestão e por um conjunto de seminários e wokshops temáticos, a nível nacional, o AconteSer – Liderar com Responsabilidade assenta em três eixos de actuação fundamentais: Compromisso Pagamento Pontual; Conciliação Família e Trabalho; e Desenvolvimento Pessoal e Profissional. Concluída a segunda fase de execução do Programa já em 2014, a iniciativa está actualmente dedicada, em particular, à mobilização do meio empresarial para uma tomada de posição relativamente aos pagamentos pontuais a fornecedores.

BOAS PRÁTICAS PME

LÍDER

É nas alturas de crise que o líder tem de assumir, ainda com maior plenitude, a sua missão no desenvolvimento da empresa. Um líder que se conhece bem, efectua melhores decisões e contagia, de forma benéfica, os demais stakeholders, praticando uma liderança mais consciente e gerando relações interpessoais mais eficientes. Adicionalmente, e em tempos conturbados e de incerteza, os bons líderes são aqueles que se mantém sintonizados com as mudanças externas – antecipando, unindo os pontos e observando o mundo lá fora.

EMPRESA

“Se não sabemos por onde vamos, podemos seguir qualquer caminho”. A empresa tem de ter uma definição clara da sua missão e propósitos. Saber como se propõe a atingir esse destino e praticar os princípios orientadores que fundamentam os seus comportamentos e tomadas de decisão é imprescindível para que chegue a bom porto.

COLABORADORES

Os colaboradores constituem a força motriz de uma empresa. Assim, é fundamental que os conheça e que aposte neles. Escutar as suas motivações e assegurar as condições adequadas para que possam desenvolver o seu potencial é parte integrante do trabalho de um líder. Na medida em que está provado que as pessoas que são felizes no trabalho fazem mais, melhor e durante mais tempo, um compromisso honesto com os seus colaboradores aumentará a produtividade e, consequentemente, a performance da empresa.

COMUNIDADE

A ligação à comunidade é fundamental para percepcionar o que espera a economia social da intervenção empresarial e em que medida a actuação das organizações lucrativas pode contribuir para apoiar as estruturas da sociedade civil na prossecução dos seus objectivos solidários. Adequar o envolvimento dos colaboradores, disponibilizando o seu tempo, conhecimento e competências, em actividades voluntárias na comunidade é um dos caminhos da solidariedade social. Apoiar projectos, se possível com continuidade e acompanhamento, na comunidade envolvente, é outra das necessidades e possibilidades para as empresas “devolverem” à sociedade a sua quota-parte de responsabilidade.

FORNECEDORES

Os fornecedores são parte integrante e imprescindível da cadeia de valor da empresa, sendo inquestionável a enorme influência que imprimem na vida e no quotidiano das pequenas e médias organizações. O seu adequado envolvimento na organização poderá traduzir-se numa forte vantagem competitiva, melhorando a oferta de produtos e serviços de qualidade superior.

CLIENTES E CONSUMIDORES

Sendo os destinatários dos serviços e produtos e sem os quais a empresa não tem razão de existir, a satisfação de clientes e consumidores é imperativa. Produtos e serviços inovadores constituem a única forma de os atrair, reter e gerar valor acrescentado para a organização.

ECO – EFICIÊNCIA

Com a globalização de mercados, de conhecimentos e de recursos, humanos e naturais, de impactos sociais e ecológicos, é inevitável a evolução em curso para um novo paradigma de desenvolvimento assente numa profunda, mas faseada mudança de atitudes e comportamentos a todos os níveis e, nomeadamente, nas empresas, para que criem valor sustentável. Importa desenvolver novas competências para fazer face aos enormes desafios que este novo paradigma encerra e para aproveitar as suas enormes oportunidades. Neste contexto, a Eco-Eficiência pode ser encarada como uma das normas de gestão das empresas com sentido estratégico e visão do futuro no âmbito deste novo modelo.

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