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| Campanha
“A pobreza é um escândalo. Zero é o número”
A campanha Zero Poverty, da Cáritas Europa, assinala o AECPES através de iniciativas locais, nacionais e internacionais, para consciencializar para a erradicação da pobreza enquanto fenómeno que diz respeito a todos os europeus. Online está já uma petição que visa alcançar um milhão de assinaturas a favor desta causa, naquele que é um dos primeiros sinais das novas regras que o Tratado de Lisboa vem introduzir |
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 | Educação New promises on the block O conhecido provérbio africano que diz que é necessário uma aldeia inteira para educar uma criança tem, na missão de Geoffrey Canada, uma tradução ligeiramente diferente. Tendo crescido na pobreza do Bronx, este activista social, formado em Harvard, é o grande impulsionador das denominadas Promise Academies que abordam a educação de uma forma holística e que prometem transformar alunos pobres em seres humanos muito ricos. E as promessas estendem-se a toda a comunidade de Harlem | |  |
|  | Ano Europeu Portugal dá pontapé de saída contra pobreza Um Call to Action global para unir toda a Europa numa luta cada vez mais premente: a pobreza já não é um problema exclusivo dos países em desenvolvimento, mas atinge um em cada seis europeus. Em Portugal foi lançada uma página na Internet e o tema reúne já muitos comentários nas redes sociais. Ontem o país deu o pontapé de saída para este desafio europeu, com o Football Match Against Poverty, cujas receitas revertem integralmente a favor das vítimas do Haiti | |  |
|  | Crónica 2010: o bom senso à prova A cidade de Bombaim tem cerca de 19 milhões de habitantes. Metade deles vive em bairros da lata e mulheres podem ser vendidas por 80 a 1200 euros. Portugal tem apenas 10 milhões de habitantes, pelo que não pode ser tão difícil geri-lo. Peço aos políticos e empresários que em 2010 relativizem a vossa ambição de poder, alarguem os horizontes e respeitem os 10 milhões de Portugueses | |  |
|  | TOP 10 internacional A filantropia criativa Não é propriamente fácil fazer um ranking de boas causas. Geralmente, os “monstros da filantropia” são os suspeitos de costume e nem sempre o critério “número de dígitos investido” corresponde a níveis de eficácia. E foi para fugir a esta regra que o Global Philantrophy Group, em colaboração com a revista Barron’s, elegeu os 25 filantropos do ano. Não pela quantidade de dinheiro doado, mas de acordo com os que melhores resultados no terreno alcançaram | |  |
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