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Corporate Governance
O colapso da democracia corporativa Seria uma comédia, não fosse uma tragédia. Corruptos, disfuncionais, apáticos, perigosos e poderosos. É assim que John Gillespie e David Zweig, ambos insiders do mundo empresarial norte-americano, apelidam a corporate governance na América, num livro recentemente lançado. Os bastidores dos conselhos de administração de algumas das maiores empresas do mundo revelados ao cidadão comum...
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Clima pós-Copenhaga
Até ao lavar dos cestos é vindima... Depois do fracasso da COP15, as Nações Unidas esperam ainda chegar a um acordo climático com efeitos vinculativos, na reunião da ONU prevista para o final do ano, no México. Apesar do panorama pouco animador - os compromissos ao nível de emissões foram assumidos por apenas 55 países e não chegam para cumprir o objectivo de limitar o aumento da temperatura a 2ºC; e a demissão de Yvo de Boer, anunciada na semana passada, vem em má altura –, até ao lavar dos cestos, é vindima
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Inovação
Igreja: de Gutenberg ao Facebook Longe vão os tempos em que a prática de uma religião se fazia entre quatro paredes consagradas. Hoje em dia, na era da globalização e das redes sociais, é através do YouTube, do Facebook, do Twitter ou do Hi5 que as diversas religiões, nomeadamente a da Igreja Católica, disseminam a sua mensagem com o objectivo de se aproximarem da população mais jovem
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Criatividade
As seis manias dos inovadores Para pensar diferente é preciso, primeiro, agir diferente – não o contrário, que habitualmente ouvimos repetir a alguns gurus de management. “Não se pensa diferente a partir do nada”, sublinha-nos Hal B. Gregersen, um professor norte-americano de liderança que dá aulas no campus do INSEAD, uma escola francesa de negócios, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos
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Opinião João César das Neves
A ferrugem da corrupção Portugal está de novo envolvido numa crise política que, tal como tem sucedido nos últimos anos, vem mergulhada em suspeitas de corrupção, abuso de poder e distorção das regras democráticas contra altos dirigentes nacionais. Tudo acabará por ficar na mesma, sem sequer haver indiciados. Restará no final apenas o sabor amargo da dúvida e um clima geral de desconfiança
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