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Apesar do trabalho excelente que todas as revistas fizeram no seguimento da tragédia que abalou o Haiti e o resto do mundo, outros temas foram igualmente dignos de nota ao longo da última quinzena. Um ano de Obama é a proposta do Economist, bem como o excessivo peso do Estado na Economia, um assunto sobre o qual a famosa revista se irá debruçar ao longo das suas próximas edições. Já o Google a e China foram igualmente analisados por várias revistas, mediante perspectivas diferentes. Na BusinessWeek de destacar um interessante artigo sobre o petróleo e uma análise pouco abonatória para o novo Nexus One. A Foreign Policy alerta para a possível extinção da OMC e fala de como as redes sociais estão a ser usadas para espalhar “a mensagem americana”. Por último, a revista Fortune fala da guerra declarada por Obama à banca e sobre uma nova lei decretada pelo Supremo Tribunal que permitirá às empresas, de forma “limpa”, apoiar materialmente os candidatos eleitorais. |
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Entrevista
Já não basta parecer, há que o ser A 3ª Edição do Prémio Cidadania das Empresas e Organizações, da responsabilidade conjunta da AESE e da PricewaterhouseCoopers, revelou uma maior maturidade das empresas nacionais no que respeita aos pilares da sustentabilidade. A conversa com José Ramalho Fontes e António Brochado Correia, em representação das duas entidades, centrou-se não tanto nas vencedoras, mas nos motivos que as permitem integrar rankings complexos e abrangentes
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Ano Europeu
Portugal dá pontapé de saída contra pobreza
Um Call to Action global para unir toda a Europa numa luta cada vez mais premente: a pobreza já não é um problema exclusivo dos países em desenvolvimento, mas atinge um em cada seis europeus. Em Portugal foi lançada uma página na Internet e o tema reúne já muitos comentários nas redes sociais. Ontem o país deu o pontapé de saída para este desafio europeu, com o Football Match Against Poverty, cujas receitas revertem integralmente a favor das vítimas do Haiti
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Valores
Ética na economia global
Em 6 de Outubro de 2009, o UN Global Compact divulgou e promoveu o “Manifesto” que propõe um conjunto de valores éticos susceptíveis de adopção por qualquer empresário em qualquer parte do mundo. Foi neste contexto que a APEE organizou o Ciclo “Conferências Democráticas. Economia Global no séc. XXI: Que valores?”. É que, como afirma o seu presidente, “não se pode viver o séc. XXI com a ética nos negócios que vigorou no séc. XX”
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Opinião Sofia Santos
IVA com Recibo é melhor para o Estado Que o Estado Português é o pior pagador Europeu, já não é novidade. Que 90% das empresas em Portugal recebe os pagamentos do seu trabalho em atraso, também é assumido como normal. Que Portugal seja o país Europeu com maior índice de risco de pagamento, também não é surpresa. Que não se faça nada a este respeito é que me parece de um egoísmo governamental, ausência de raciocínio macroeconómico e de uma falta de justiça para quem trabalha
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