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O adeus, por agora, ao Economist, que fechou os seus conteúdos online e as boas-vindas à excelente Atlantic Monthly, uma estreia no RemR: a história do PIB enquanto medida que deixou de ser adequada para avaliar o bem-estar da sociedade é a proposta. A Time brinda-nos com um tema de capa sempre extraordinário, sobre a mulher e o seu papel central na economia da recessão e com uma análise, crua, do que pode vir a significar o Nobel para Obama. Em destaque igualmente o novo apartheid empresarial em África, a ética e os MBA e a entrevista com o CEO que sobreviveu à crise, o da American Express, na Fortune. A BusinessWeek elege para tema principal a “geração perdida” ou os jovens que mais atacados estão a ser pelo desemprego no mundo inteiro e alerta, mais uma vez, para o regresso do fantasma da deflação.
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Pobreza
Pessimismo reforça mobilização? Este ano 147.640 pessoas levantaram-se no nosso país contra a pobreza, no apelo global “Levanta-te e Actua”, cujo recorde mundial atingiu 173 milhões de participações. Muitas foram as organizações que se juntaram à indignação dos cidadãos, na campanha que assinala anualmente o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza. Mas o mais recente estudo sobre esta problemática, desta vez desenvolvido pela AI Portugal, revela que o olhar dos portugueses sobre os pobres é, cada vez mais, pessimista
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Sociedade
Sorrir ou morrer A crença cega no poder do pensamento positivo – a ideia de que conseguimos prosperar, mantermo-nos saudáveis e viver a vida de sonho que sempre idealizámos concentrando-nos apenas naquilo que queremos e rejeitando qualquer dúvida – tem vindo a angariar uma horda significativa de seguidores. Principalmente na América, onde um novo livro polémico alerta para a sua perigosidade e clama por um realismo vigilante ao invés de um optimismo cego e inconsciente
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Opinião
Para uma implementação eficaz da UNCAC Em largos anos de história, a corrupção tornou-se numa conduta normalizada por diversos actores da sociedade, entre eles as empresas. Mas é essencial referir que os actores empresariais muitas vezes não têm outras vias por onde se movimentar. Dando conta do carácter transnacional da Corrupção, relevantes líderes empresariais uniram-se na Iniciativa de Parceria contra a Corrupção, apoiando a implementação da Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção (UNCAC)
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