1 - O
VER é um órgão de Informação online especializado nas
áreas da ética e da responsabilidade social das empresas. Espaço
de reflexão, o portal propõe-se disponibilizar um serviço de
referência para a comunidade empresarial de língua portuguesa,
com o objectivo fundamental de promover a gestão ética e a
responsabilidade social das empresas e dos gestores.
2 - O VER respeita os
direitos e deveres constitucionais da liberdade de expressão
e de informação, aliando a informação ao debate alargado
sobre as temáticas da Ética, Responsabilidade Social;
Liderança; Inovação e Desenvolvimento Pessoal
3 - O VER distingue,
criteriosamente, as notícias do conteúdo opinativo (o qual é
da exclusiva responsabilidade dos opinantes), reservando-se
no direito de ordenar, interpretar e relacionar os factos e
acontecimentos. Promovendo o envolvimento em projectos que
contribuam para a edificação do bem comum, o portal estende
o seu âmbito à participação da comunidade empresarial na
criação de um clima de negócios com base em boas práticas e
transparência.
4 - O VER rege-se por
critérios jornalísticos de rigor e isenção, respeitando
todas as opiniões ou crenças. Embora dirigido
preferencialmente a gestores e empresários, o
VER pretende constituir-se como um portal pluralista,
não só nas áreas mais directamente ligadas à realidade
empresarial, mas também à sociedade em geral, focando temas
da actualidade e dando voz a quem se dsipõe a fazer a
diferença.
5 - O VER
compromete-se a respeitar o sigilo das suas fontes de
informação, não admitindo, em nenhuma circunstância, a
quebra desse princípio.
6 - É objectivo do VER
criar um ampla rede de parcerias capaz de potenciar a
intervenção de cada um dos parceiros envolvidos na
comunidade de lideres, gestores, empresários ou
colaboradores das empresas, desenvolvendo projectos e
iniciativas comuns com visibilidade na comunidade
empresarial.
7 - O VER cumpre a Lei
de Imprensa e as orientações definidas neste Estatuto
Editorial e pela sua Direcção e assume como ponto de honra a
consonância entre discurso e acção, contribuindo, assim,
para que o mundo possa ser visto com outros olhos.
Princípios fundamentais
defendidos pelo VER
• Acreditamos que a pessoa
humana é o princípio e o fim de toda a vida económica,
social e política.
• Reconhecemos o trabalho como
um factor essencial para a realização individual e para o
progresso social e económico do mundo. Qualquer
trabalho, desenvolvido de forma competente, honesta e
empenhada, é fonte de afirmação da individualidade e
dignidade de cada Pessoa. São as pessoas que, através
do seu trabalho e atitudes, moldam as instituições e as
empresas, reflectindo estas a vivência e os valores daqueles
que as compõem.
• Procuramos a excelência no
trabalho quotidiano e na acção empresarial como um
imperativo ético, porque só desta forma podemos
corresponder à enorme responsabilidade que temos perante a
nossa Vida e no projecto de vida de outras pessoas. Uma
procura que implica um confronto permanente entre a procura
de uma maior rentabilidade com a defesa do Homem – seja
trabalhador, cliente ou de qualquer forma influenciado pela
acção empresarial – e a tentativa contínua de valorização do
Homem enquanto factor de competitividade garantindo,
no limite, que a lógica do lucro sirva os direitos
fundamentais da pessoa humana.
• Defendemos a empresa como
uma comunidade humana, fundada em interesses não
coincidentes, mas orientada para finalidades comuns,
estruturada segundo o princípio da cooperação e não do
conflito e sujeita a princípios racionais de gestão, de
organização e de permanência no mercado. Vemos a empresa
como um bem social inestimável que tem origem na iniciativa,
no risco e na riqueza do indivíduo, mas que só ganha sentido
nos fins sociais que prossegue, designadamente na produção
de riqueza, na criação de oportunidades de trabalho, na
realização dos que nela trabalham e no desenvolvimento
social no seu todo.
• Reconhecemos as
potencialidades da economia de mercado, quando aceita
o papel fundamental e positivo da empresa, do mercado, da
propriedade privada e da livre criatividade humana, como
factor de desenvolvimento económico, social e ambiental.
Pretendemos uma regulação da actividade económica que
defenda o direito de iniciativa económica e o direito de
propriedade, a par da criação de mecanismos que assegurem a
inclusão de todos aqueles que se vejam excluídos do mercado
de trabalho e da sociedade.
• Defendemos que o Estado
existe para servir os cidadãos e que a sua actuação deve
estar baseada no princípio da subsidariedade.
Por isso, estaremos atentos, com igual exigência e
independência, quer à iniquidade e ao desperdício por parte
do Estado, quer a todas as
situações de fraude praticadas pelas empresas que
falseiam o mercado e minam o Estado de Direito.
• Desejamos fomentar a
solidariedade individual, potenciada na capacidade das
empresas e do Estado em disponibilizar, na justa
medida, recursos extraordinários para o apoio a iniciativas
humanitárias, sociais, ambientais ou culturais, procurando,
com sentido de exigência, a promoção do bem de todos,
preferencialmente dos mais pobres e dos excluídos da vida em
sociedade.
• Pretendemos, em suma,
com toda a nossa acção, contribuir para a edificação do Bem
Comum, através de condições concretas – materiais,
intelectuais, morais e institucionais - que permitam a
realização plena da sociedade em que nos movemos.
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